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Colleen Hoover, CoHo, Diva Pop, my Queen, é daquelas autoras que quando lança um livro eu largo tudo que estou fazendo para me deliciar com suas histórias. Escreve livros para jovens, com uma linguagem informal, mas cheia de encanto, sempre carregados de drama e tragédias, tão bem balanceados com amor e humor. Consegue dar leveza a temas pesados, nos faz rir e chorar, nos faz sofrer e amar. Ela atiça meu lado mais dramático, mais exagerado… E mesmo quando encontro os malditos defeitos, fecho os olhos e os esqueço. Difícil escolher dentre seus livros meu preferido, sou apaixonada por cada personagem, cada cena, cada detalhe…

Made with Repix (http://repix.it)

Colocarei aqui, na ordem em que foram lidos, o que escrevi sobre cada um deles. Lembro que os comentários abaixo foram escritos ao término de cada livro e, portanto, estão cheios da emoção do momento (yeah, exagerada com orgulho! rs) 😉

  • Métrica (Slammed #1)
  • Pausa (Slammed #2)
  • Essa Garota (Slammed #3)
  • Maybe Someday
  • Hopeless – Um Caso Perdido
  • Ugly Love
  • Losing Hope – Sem Esperança
  • Maybe Not

métrica

 

Young Adult / Jovem Adulto
Editora: Galera Record
Páginas: 304
Ano: 2013
Lido em Julho 2013
Slammed #1

Mais um livro que começo sem ler a sinopse e sem saber o que estava por vir. Confiando nas inúmeras pessoas que o avaliaram com nota 5 na Amazon até então, saí do trabalho, passei na livraria e, em casa, o devorei em cerca de 6 horas. Você simplesmente não consegue parar, mesmo que as lágrimas embacem sua visão e seus pensamentos. E foram muitas lágrimas, do começo ao fim.
Layken, ou Lake, é a personagem principal e narradora dessa comovente história. Mora no Texas com sua família perfeita: pais felizes e um irmãozinho de 9 anos. De repente, vê seu mundo virar ao avesso com a morte repentina de seu pai e a decisão de sua mãe, seis meses depois, de deixar sua calorosa cidade para morar no gelado Michigan. É lá que conhece seu novo vizinho, Will ♥, e, sem pestanejar, entrelaça sua vida na dele. Sem compreender, Lake se questiona sobre seus gestos e palavras mais corriqueiras diante desse novo garoto. Se pergunta porque disse isso, porque fez aquilo. A naturalidade com que se envolvem a assusta e o porquê da intensidade desse sentimento só é descoberta aos poucos. Logo começam a descobrir muitas pedras que precisam ser retiradas de seus caminhos.

Não pensem que é uma historinha de amor. É mais. É muito mais. É como aceitar a vida e todos os murros que ela dá na sua cara. É como ver o lado bom de cada detalhe que lhe atormenta. É como passar pela negação e aceitação. O que parecia uma história comum, surpreende com poesia. Sim, poesia! Não a poesia petrificada, rígida, mas a livre, sem regras ou parâmetros, aquela que surge lá de dentro do coração. E temos essa poesia apresentada por Will. Como não amar um Will tão poético, tão doce?

Nunca tinha ouvido falar em slam poetry, algo como poesia+performance. Descobri que fazer slam é gritar tudo o que está dentro de você, em métricas perfeitas, sejam dolorosas, sejam alegres. Descobri jovens escrevendo poesia, e gostando delas! Descobri que competições de slam existem e podem ser divertidas. Descobri jovens feridos, que por mais que a vida lhes derrubassem, se reerguiam com um sorriso no rosto e a mão estendida. Descobri o quanto a vida é frágil e o quão cruel ela pode ser.

Preciso citar os dois garotinhos dessa história, Kel e Caulder, irmãos de Lake e Will, respectivamente. A inocência dessas crianças diante de situações que julgamos tristes o suficiente para banir qualquer sorriso é reconfortante e nos revigora. E por aí, deu até para rir.

Preciso citar Eddie, também. Que melhor amiga é aquela?! Mágica! Onírica! Eddie não deixa que todo o sofrimento que carrega lhe tire a bondade e a afabilidade. Sua alegria é contagiante e pra lá de revitalizante.

Cada personagem desse livro é marcante, seja Lake, Will, Julia, Eddie, Kel ou Caulder. São críveis e incríveis. São perfeitos e imperfeitos.

Não pensem que é apenas uma história triste. É triste, é demasiadamente triste, mas é bela. É forte. É avassaladora. É encantadora. É linda. Mas, devo repetir, é triste. Ela mexe com seus maiores medos, que, infelizmente, é a realidade de alguém. Ela mexe com todos os seus sentimentos. Ela mexe com seus pensamentos. Ela revira tudo. Esteja preparado.

5 corações 5 Estrelas

 

 


 

Pausa

Young Adult / Jovem Adulto
EDITORA: GALERA RECORD
PÁGINAS: 301
ANO: 2013
LIDO EM JULHO 2013, no original Point of Retreat
SLAMMED #2

O segundo livro da série Slammed me prendeu, deixou boas mensagens, uma lição de vida espetacular, mas não ganhou meu coração com as mesmas forças que o primeiro, Métrica. Métrica levou um pedacinho de mim que, dificilmente, outro livro vai preencher. A boa notícia é que Pausa chegou perto! Se você não leu o primeiro livro, sugiro que pare aqui, pois essa resenha pode conter spoilers dele.

Em Pausa temos a história narrada por Will, e não mais por Lake. Pelos olhos de Will vemos jovens tentando ser pais de pré-adolescentes, tentando tomar as melhores decisões e tendo que se manter firme, mesmo quando a situação é cômica. Will e Lake estão levando seu romance sem pressa, cautelosos e cientes da dificuldade dessa relação. Julia os fez prometer que cada um continuaria em sua casa e que eles não se apressariam até que o relacionamento amadurecesse bem.

Não temos mais Julia, mas ganhamos uma vizinha que concorre com Eddie em quase todos os quesitos. Estou falando de Kiersten, que, pasmem, é só uma pré-adolescente. Ela e sua mãe, Sherry, foram personagens marcantes nesse livro e conseguiram suprir a falta que Julia faria. Temos Kel e Caulder crescendo, aprontando e até começando a se apaixonar. E como nem tudo são flores, Vaughn, a ex-namorada de Will, reaparece para fazer o mundo de Will e Lake ficar ainda mais complicado.

Uma pena é termos menos poesia que em Métrica, mas há uma surpresa♥ deixada por Julia que aparece aqui e acolá e nos faz sorrir. Que ideia incrível! Mrs. Hoover, you rock!

A maneira como a autora cria uma grande família com todos os personagens é envolvente. Uma família nada tradicional, eu sei, mas não menos encantadora. Os jantares com Lake, Will, Kel, Caulder, Kiersten, Eddie e Gavin foram mais que divertidos e prazerosos. Em contraponto, a segunda parte é de deixar o coração bem apertado, bem quietinho. Gulp!

O livro é lindo, a história continua bela, cheia de mensagens bonitas e positivas, nas quais podemos encontrar força para as maiores adversidades. Uma vida que nem sempre acontece na ordem em que planejamos, mas que pode ser tão, ou mais, feliz quanto.

Apesar de ter gostado do que li, a emoção, a alegria e a tristeza do primeiro livro é incomparável a desse. Ainda assim, totalmente apaixonante.

5 corações 4 Estrelas

 

 

 


 

essa garota

YOUNG ADULT / JOVEM ADULTO
EDITORA: GALERA RECORD
PÁGINAS: 336
ANO: 2014
LIDO EM Agosto 2013, no original This Girl
SLAMMED #3

Abro meus comentários dizendo que minha primeira impressão sobre esse livro não foi muito boa. Explico. Li Métrica e Pausa dentro de uma semana e logo corri para o terceiro livro, This Girl (Essa Garota). Com a minha mania de não ler sinopses, só descobri que se tratava de um “POV” (point of view – ponto de vista) do Will quando li o primeiro parágrafo. Não que eu não goste da versão masculina, mas o enredo de Métrica estava muito fresco na minha cabeça ainda, comecei a achar repetitivo e abandonei o livro. Um mês depois, sentindo falta de Will e Lake, retomei a leitura. Então, vai minha primeira sugestão: deixem a saudade de Métrica bater para começar esse livro e não se arrependerão.

Os parágrafos seguintes contém spoiler dos dois primeiros livros.

Essa Garota começa logo após o casamento de Will e Lake e nos dá um gostinho da lua de mel, do jeito carinhoso que um trata o outro, do amor imensurável que sentem e das provocações divertidíssimas entre eles. Ah, mas não era o ponto de vista de Will da história de Métrica?! É, e não é. Durante a lua de mel, Lake pede que Will lhe conte o que sentiu na primeira vez que se viram e a partir daí começa uma série de flashbacks contados por Will e interrompidos aqui e acolá pelos pombinhos recém-casados. Eis o que o faz diferente dos demais!

Não sabia que era possível, mas Will conseguiu me encantar ainda mais. Nos flashbacks vemos um Will ainda mais responsável, respeitoso e maduro, e compreendemos melhor suas atitudes e sua angústia. Nas quarenta e oito horas da lua de mel é impossível deixar cair os cantos dos lábios. Você vai se pegar sorrindo, amando, flutuando. Vai querer abraçá-los, beijá-los e acarilhá-los.

E quando eles voltarem para casa, você vai rir, vai gargalhar! Preciso dizer que Kiersten aparece e que é ela quem vai lhe arrancar essas risadas? Que personagem adorável!

Quando tudo estiver lindo ao ler “fim”, passe para o epílogo e verá. Verá um final alegre, divertido, leve e bonito. E realístico. E plausível. Majestoso. Fechou com chave de ouro, srta. Hoover! Ou melhor, com poesia!

4.5 corações 4 Estrelas

 

 


 

maybe someday

YOUNG ADULT / JOVEM ADULTO
EDITORA: atria
PÁGINAS: 367
ANO: 2014
previsão de lançamento no brasil pela galera record: 2015

Wow! Colleen Hoover, you rock, babe!!! Estou tentando juntar meus cacos e formar uma opinião entre a razão e a emoção. Precisei ler a sinopse para ver o que eu podia ou não comentar sobre Maybe Someday sem dar spoilers, sem tirar a graça e as surpresas dessa linda história. O spoiler maior eu sabia que não estava lá, mas eu tinha quase certeza que poderia comentar sobre um outro assunto que é, de certa forma, o tema central do livro. Vai ser difícil exprimir o que a Colleen me fez sentir nessa leitura sem que eu possa dar muita explicação ou muitos detalhes, mas vou tentar.

Antes de tudo preciso dizer que essa leitura nos traz logo de cara uma novidade: uma playlist. Ok, playlists em livros não são incomuns, mas uma playlist feita para o livro, com letras que se encaixam perfeitamente na história (e estão dentro dela), sim, é algo novo! Colleen sabiamente começa a nos ganhar antes mesmo de qualquer parágrafo lido, e devo dizer que adorei a experiência, especialmente porque as músicas são realmente bonitas.

Sydney era uma garota como qualquer outra, universitária, tinha um emprego estável na biblioteca da faculdade, dividia apartamento com Tori, sua melhor amiga, e era apaixonada pelo seu namorado, Hunter, até descobrir que ele a traía com ninguém menos que sua grande amiga. Perdida, sem saber para onde ir ou o que fazer, Sydney acaba aceitando a ajuda de Ridge, o misterioso garoto do apartamento da frente que costumava tocar violão na varanda e encantar Sydney, que observava e ouvia extasiada.

Parece mais do mesmo, mas não é, e o motivo não posso contar. Tudo que posso dizer é que me vi saltitando, querendo dar pulinhos de alegria e bater palminhas como uma criança feliz. Vi-me mergulhada nas canções, deitada em uma cama escrevendo e compondo, rindo e amando. Em uma narrativa em primeira pessoa que alterna entre os pontos de vista dos dois personagens principais, Colleen não decepciona. Sua escrita é maravilhosa, seus personagens são sempre encantadores, mesmo os secundários. Ela transforma um tema sério e pesado em algo leve e divertido. Faz-nos sorrir como bobos, faz com que nos apaixonemos e sintamos todas as borboletas na barriga, daquelas que só o início de um grande amor pode trazer.

No entanto, nem tudo são flores e, claro, também sofremos. Como sofremos!! É incrível a capacidade dessa autora em nos transportar completamente para a pele dos personagens. Eu senti tudo que a Sydney e o Ridge sentiram, assim como também me vi no lugar da Maggie e do Warren. Até a Bridgette ganhou minha simpatia! Era como se eu pudesse ser um pouquinho de cada um deles, como se todo aquele turbilhão de sensações estivesse dentro de mim, roubando-me o ar e alterando o ritmo do meu pulso. Não pensem que exagero, eu realmente senti toda a angústia como se fosse minha. Sufoquei-me. Vi-me engolindo em seco. Afoguei-me naquela situação, naquele nó indesatável. Com medo do que a autora faria, eu fechava o livro, parava e escutava as canções. Respirava e voltava. Angustiante talvez seja a melhor palavra para descrever esse livro, mas ele também é tão lindo, tão singelo, de um amor tão puro e genuíno, tão divertido, que qualificá-lo apenas como tal seria um enorme erro.

Avaliar esse livro não está sendo fácil para mim, pois, apesar de a emoção querer presenteá-lo com todas as estrelas possíveis, alguns pontos pediam melhores explicações e novamente é difícil comentá-las sem spoilers. São questões que o tornam um pouco miraculoso demais. Mesmo que tudo esteja dentro do possível, que existam situações reais parecidas com a do livro, eu gostaria que fosse um pouco mais crível ou que ela tomasse o personagem como um mini gênio e ponto final!

Ainda assim, a emoção fala mais alto e não posso deixar de recomendá-lo. Porém, aviso, esse livro deveria vir com um alerta para as pessoas que não querem ver seu coração sair pela boca, que não querem ter que segurá-lo em sua mão, com cuidado, com carinho, de tão pequenininho que ele vai ficar. Para os demais, mergulhem sem medo, pois é apaixonante!

5 corações

 

 


 

hopeless

Young Adult / Jovem Adulto
EDITORA: GALERA RECORD
PÁGINAS: 384
ANO: 2014
LIDO EM junho 2014, NO ORIGINAL hopeLess

Não sei se a raiva maior é não ter lido antes ou ter sido tão estúpida ao ignorar um livro que semana após semana, mês após mês, continuava na lista dos dez mais vendidos do New York Times. A capa de Hopeless nunca me foi convidativa, era como se me afastasse daquela leitura e nem sei dizer por quê. Eu havia lido há um bom tempo a trilogia Slammed (ou Métrica) e há poucos dias, Maybe Someday, que me encantou, me surpreendeu e me fez vir correndo para esse aqui. Antes tarde do que nunca!
Mais uma vez a sinopse é “péssima”, no bom sentido. Se, por um lado, ela não faz jus ao livro, por outro, ela guarda todas as surpresas – que não são poucas! Então, digo, não procure saber de nada antes do tempo, confie na Colleen Hoover, ela não decepciona. Colleen fuckintastic Hoover, I love you!! Brilhante!

Começamos a história conhecendo Sky e sua melhor amiga e vizinha Six, que está prestes a embarcar para um intercâmbio na Europa. Sky tem dezessete anos e sempre foi educada em casa, longe de qualquer tecnologia ou meio de comunicação, já que sua mãe adotiva, Karen, era avessa à tudo isso. As duas amigas eram bem namoradeiras – na realidade, Sky sempre namorava o amigo de quem quer que estivesse com sua vizinha. Só tinha um pequeno problema: ela não sentia nada, absolutamente nada, por aqueles garotos. Até que um dia, no mercado, vê Dean Holder e sua vida começa a tomar um rumo que ela jamais imaginara (nem você, caro leitor, nem você…)

Confesso que nos primeiros capítulos eu me perguntava onde estava a Colleen Hoover que eu aprendera a amar. Seu estilo estava ali, assim como seu humor e sua leveza, mas tudo parecia muito bobo, muito comum, e cheguei a pensar que se tratava de um romancezinho adolescente. Que erro! Aprendi que jamais devo subestimá-la!

Estava tudo muito fofinho, muito doce, diálogos ótimos e divertidos, mas faltava algo. Não, não faltava, mas só descobri depois! Cada pequeno gesto, cada comportamento, cada palavrinha dessa primeira parte “bobinha” tem um sentido e se encaixa perfeitamente na trama incrível que a autora criou. Quando você começa a achar que é só um romance e pronto, vem Colleen e, puft, lhe quebra no meio.

E você perde o fôlego! Fica tentando supor o que tudo aquilo significa e reza para estar errada, reza para estar completamente errada. Não, Colleen, você não vai fazer isso comigo, vai? Vai.

A partir daí eu nem sei mais o que eu sentia. Continuava amando Sky e Holder, continuava sorrindo com eles, olhando as estrelas, entrelaçando os dedos, me apaixonando por cada linda declaração… continuava encantada! No entanto, tudo isso era quase segundo plano se comparado aos muitos elogios que eu gritava sozinha para a autora. Colleen, você é fantástica! (Acrescente aí muitos outros elogios “feiosos” que saíram involuntariamente da minha boca). A cada página virada meus olhos brilhavam, mesmo com o tema pesadíssimo, com a perfeita trama que ela criou, desde a personalidade, o caráter e o comportamento dos personagens até os jogos de palavras e seus significados.

Fiquei um pouco “incomodada” com a maturidade de Holder, que parece já ter vivido muito mais que seus dezoito anos, mas isso não chega nem perto de ser um defeito. Tenho consciência de que as pessoas reagem às situações que a vida lhe impõe de diferentes formas, ganhando experiência e maturidade que não podem ser generalizadas. Digo isso em resposta a um comentário que li na Amazon (com apenas uma estrela) que questionava o comportamento de Sky, dizia que pessoas “como” ela não reagem daquela forma na vida real. Concordar com isso seria afirmar que somos todos iguais, todos robôs com comandos de reação pré-programados. Sky e Holder não são máquinas, nem tampouco são jovens comuns.

Minha única ressalva foi a tradução, e sei que criticar é fácil, mas traduzir está bem longe disso. Recomendaram-me que eu lesse Hopeless em inglês e que eu entenderia o porquê quando o fizesse. Então, resolvi fazer uma leitura comparativa, experiência que há muito tempo eu queria fazer (mas a preguiça ou a ansiedade sempre falava mais alto), e abri o original em inglês e a versão brasileira ao mesmo tempo (e surtei!). Essa autora adora brincar com as palavras e seus significados, elas são peças de um jogo muito bem construído e desenvolvido, e muito disso se perde na tradução, deixando tudo um pouco menos mágico e brilhante do que é, a começar pelo título, que jamais deveria ter mudado. Simples notas de rodapé teriam dado ao leitor mais fidelidade àquilo que a autora quis dizer, e não entendo qual a dificuldade nisso. Mas, esqueçamos esses detalhes…

É uma história super emocionante, que vai lhe deixar com um nó na garganta e os olhos marejados, que vai lhe fazer ter vontade de assassinar um personagem com as próprias mãos e extirpar do mundo cada um que se pareça com ele. É uma linda história que comove e que, apesar de triste, dá esperanças de que tudo um dia pode dar certo. A autora consegue – como sempre – trazer leveza a um tema pesado, humor aos momentos difíceis e muita compreensão e amor para curar as feridas e a dor. Faz isso com muita perspicácia e delicadeza, sem parecer que está minimizando ou desdenhando de um tema doloroso e sério. Como em todos os seus livros, entramos em uma montanha-russa cheia de curvas, aros e espirais, mas, dessa vez, Colleen Hoover, você se superou! Linda, belíssima, maravilhosa história de amor e amizade. Intenso, forte… imperdível!

5 corações 5 Estrelas

 

 


 

ugly love

new ADULT / novo ADULTO
EDITORA: atria
PÁGINAS: 337
ANO: 2014
PREVISÃO DE LANÇAMENTO NO BRASIL PELA GALERA RECORD: 2015

Resenha aqui 😉

5 corações 4 Estrelas

 

 


 

losing hope
YOUNG ADULT / JOVEM ADULTO
EDITORA: ATRIA
PÁGINAS: 245
ANO: 2014
PREVISÃO DE LANÇAMENTO NO BRASIL PELA GALERA RECORD: 2015

Losing Hope – Sem Esperança é o segundo livro da série Hopeless, e nos traz a história de Holder e Sky contada pelos olhos de Holder. Não é apenas um pov (ponto de vista) do personagem masculino, já que temos muitos fatos desconhecidos e passamos a conhecer muito mais da história de sua irmã. Vale a leitura, mas Hopeless ainda é meu queridinho.

 

4 corações 4 Estrelas

 

 


 

Capa Maybe Not
NEW ADULT / Novela
EDITORA: ATRIA
PÁGINAS:129
ANO: 2014

 

 

Maybe Not é uma novela sobre um dos personagens de Maybe Someday. Clique aqui para ver a resenha.

 

4 corações 4 Estrelas

 

 

Próximos lançamentos:

 

  • – Never Never (10 de janeiro 2015, em parceria com a autora Tarryn Fisher)
  • – Confess (10 de março 2015)
  • – November Nine (Novembro 2015, ainda sem capa)

confess never never