Consequences: Consequences, Truth, Convicted – Aleatha Romig

Li a trilogia Consequences, da autora Aleatha Romig, no início de 2014 e ela entrou, sem dúvidas, na minha lista de melhores do ano. São livros tão cheios de reviravoltas que precisamos comentar com alguém, gritar, desabafar… não foi à toa que insisti para que algumas amigas lessem. Eu quis torturá-las, admito! Como prometido, vou colocar aqui as resenhas tal qual as escrevi quando terminei a leitura.

Consequences (Consequences #1)

 

consequences

 

 

 

Autor: Aleatha Romig
Thriller Psicológico / Dark Romance
Editora: Romig Works
Páginas: 372
Ano: 2011

 

Que essa resenha vai ser a mais confusa que já escrevi é a única certeza que tenho no momento. Uma hora da madrugada e eu penso “não tenho condições de digerir o que acabo de ler, preciso me recompor e amanhã escrevo meu comentário”. Mas, ora bolas, PERDI MEU SONO!

Consequences aparecia há um bom tempo na minha lista de recomendações do GoodReads e sua classificação bem alta chamou a minha atenção. No entanto, vi que alguns leitores haviam usado a tag “erotica” para classificá-lo e cansada de “mais do mesmo” no gênero deixei a recomendação de lado até poucos dias atrás. Então, devo esclarecer, esse livro NÃO é erótico e me pergunto se quem pensa assim leu todas as páginas dessa história. Provavelmente, não.

É o primeiro livro de uma trilogia (há mais livros, mas são apenas pontos de vistas e outras explicações) e conta a história de Claire Nichols, uma meiga e doce bartender que sonhava com sua carreira de meteorologista até ser brutalmente raptada pelo mega milionário Anthony Rawlings. Claire acorda em um quarto luxuoso na mansão de Anthony e para sobreviver vai ter que seguir suas duras regras. Anthony a faz acreditar que eles têm um acordo: ele assumiu suas dívidas e quando considerar que estão pagas, ela terá sua liberdade de volta, mas, para isso, precisa se comportar e ser treinada.

Esse livro me prendeu de uma forma absurda desde as primeiras páginas e mesmo quando eu pausava e fazia qualquer outra atividade, meus pensamentos continuavam nele.

Claire começa a desenvolver a Síndrome de Estocolmo e se o leitor não tiver um perfeito entendimento de tal, não compreenderá suas atitudes nem suportará essa personagem, que foi a criatura mais submissa e obediente de tudo que já li e se você detesta personagens submissas é provável que não consiga chegar ao final (de tirar o fôlego) dessa história e, assim sendo, não vai entender nada. NADA! Por isso, repito, tenha em mente os sintomas da síndrome, não questione o porquê de Claire não tentar fugir e, aconteça o que acontecer, chegue até a última página.

Síndrome de Estocolmo “é uma síndrome na qual as vítimas começam por identificar-se emocionalmente com os sequestradores, a princípio como mecanismo de defesa, por medo de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos raptores são frequentemente amplificados […]. O complexo e dúbio comportamento de afetividade e ódio simultâneo junto aos raptores é considerado uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas.”

Existe abuso? Sim. Talvez se eu tivesse lido a sinopse eu não teria lido esse livro, como fiz com tantos outros com o mesmo tema. Mas se esse é seu medo, devo dizer que a autora fez tudo muito tolerável. As cenas existem, estão ali, mas não são gráficas, não são detalhadas e, portanto, suportáveis.

Claire se viu ora apaixonada por Anthony, ora com ódio, mas sempre submissa. Sempre. Os pequenos gestos bondosos de Tony eram recebidos com um brilho no olhar e ela tentava botá-los sempre antes dos pontos negativos – que não eram poucos. Existem momentos “mágicos” nesse livro que deixam o leitor sorrindo até que você para e se pergunta “o quê?! Por que estou torcendo por ele? Por que quero ajudar esse psicopata? Por que quero pensar que ele pode ser uma boa pessoa?”. Sim, caro colega, somos acometidos pela síndrome tanto quanto a Claire. A autora maestralmente manipula nossa mente, torce, esgana, esgaça e espreme até você querer gritar e correr para o psicólogo mais próximo. Sim, há momentos em que você se vê apaixonada por um raptor e isso requer tratamento, não? Em outros você o repudia com todas as suas forças. Arghh…torturante!

Apesar do espiral de sensações, a leitura é fluida até os 50% do livro. A partir daí fica um pouco mecânica e repetitiva, mas dos 80% em diante tudo se explica – ou se complica – e a tensão do início parece boba se comparada a desses 20% finais. O coração acelera, palpita, lateja; a respiração falha, falta, sufoca; tudo desaba, tudo.

Nunca, nunca!, eu imaginaria um final desses e nada poderia ter me preparado para tal. As peças começam a se encaixar e todos os momentos vividos tem algum significado. É um thriller psicológico dramático de enlouquecer qualquer um. Não tenho como colocar em palavras a raiva que senti de um dos personagens ao terminar esse livro. Muita, muita raiva. O que? Como? Não! WTF! WTF! WTF! What the fuck!!. Ao passo que tudo se mexia dentro de mim, eu pensava “Que autora genial! Que desfecho de tirar o fôlego!”.

Consequences mexe tanto com o leitor que é difícil recomendá-lo, mas é tão genial que é mais difícil ainda não o fazer. Classificá-lo é ainda mais complicado, mas uma coisa é certa, se for ler, repito, chegue até a última página, caso contrário vai achar que se trata de um reconto da Bela e a Fera, e não, isso não é um conto de fadas.

5 corações 5 Estrelas

 

Truth (Consequences #2)

truth

 

AUTOR: ALEATHA ROMIG
THRILLER PSICOLÓGICO / DARK ROMANCE
EDITORA: ROMIG WORKS
PÁGINAS: 480
ANO: 2012

 

Assim como Consequences, Truth deveria vir com acompanhamento psicológico incluso. Esses livros, um tanto incomuns, manipulam sua mente e mexem com seus conceitos e convicções de tal forma que você mal se reconhece. Você pode amar ou odiar essa história e seus personagens, mas jamais ser indiferente. Sim, eu fui das que amei (e é preciso um pouco de coragem para dizer isso, rs), no entanto, entendo bem os motivos dos que não a suportaram.

Contém, inevitavelmente, spoilers do primeiro livro, Consequences. Se não leu o primeiro livro, pare por aqui 😉 

Terminamos Consequences enfurecidos, clamando por vingança e querendo que Anthony Rawlings apodreça na cadeia e pague por todos os seus erros. Queremos ver Claire se vingar, seguir em frente, encontrar o emprego dos seus sonhos e um novo amor. Mas…digamos, essa história não é tão previsível assim.

Truth começa pouco mais de um ano após a prisão de Claire, com o pedido (misterioso) de perdão aceito pelo Governador de Iowa. Perdoada, ela tenta seguir em frente e refazer sua vida, com novos amigos e novos ares, longe da perseguição e da loucura de seu ex-marido. Harry e Amber aparecem na vida de Claire dispostos a lhe ajudar, mas são tão perfeitos que eu me perguntava se alguma surpresa me aguardava nas páginas seguintes.

Harry, oh! (pausa para um suspiro), é o melhor “amigo” que alguém poderia querer, mas…(e é aqui que preciso do psicólogo) apesar de ter me conquistado e eu ter querido que ele e Claire se envolvessem, não era por ele que eu torcia. Pode um leitor em sã consciência querer que o raptor que abusou Claire física e sexualmente se torne uma boa pessoa? Arghhh… Sim, eu quis que o Tony se transformasse, mudasse, aprendesse a amar, se arrependesse, se rendesse. Talvez eu seja uma amante das “causas perdidas” (na literatura, que fique claro!), dos badboys durões que relutam em se apaixonar, dos homens poderosos que terminam vulneráveis, perdidos de amor. Mas como esquecer tudo que ele fez? Arghhh…impossível? É uma luta constante entre o amor e o ódio.

Pode alguém que nunca foi amado aprender a amar?

Conhecemos mais do passado de Tony, ou Anton, e por mais que nada justifique seu comportamento, nos ajuda a compreendê-lo um pouco, a entender seus sofrimentos e motivos, ainda que, repito, injustificáveis.

A história não tenta nos fazer esquecer o mal que Tony causou, nem fingir que ele nunca existiu. A questão é: pode Claire perdoar Tony e seguir em frente? Ou ainda, pode seguir em frente com ele? Perdoar implica em nunca cobrar do perdoado a dor, a dívida ou o sofrimento causado. Diante de um certo fato que acontece com Claire, como não entender sua decisão? Para os que a julgam, devemos lembrar que, sim, ela foi forte, resistiu, lutou e tentou até onde pôde. Do lado de cá das páginas é fácil pensar e agir com a razão, mas e do lado de lá e na situação em que ela se encontra?

“Perdoar é um dos mais nobres gestos de que é capaz o ser humano […] Quem sabe perdoar, praticamente atingiu a perfeição” (Pe. José Artulino Besen)

Que o devido crédito seja dado a essa autora, ela sabe como manter o leitor entretido, curioso e completamente dentro da trama. É daqueles livros que mesmo fora da leitura você se pega pensando na cena em que parou, com o coração apertado e uma sensação de que está vivendo aquilo. A leitura é cativante, apesar de nos dar a impressão de ser mais longa do que deveria. Admito que esperava um pouco mais, tendo em vista o primeiro livro, mas gostei do que li e de como a autora buscou sempre nos surpreender. Por mais que prevíssemos algo e pensássemos que já tínhamos resolvido as charadas, ela sempre nos trazia uma nova surpresa, um novo rumo, uma nova informação. Ela nos trouxe, inclusive, um vilão maior, o verdadeiro manipulador das peças desse jogo. Argh, e como eu não queria que fosse essa pessoa!

É provável que os capítulos que envolvem a personagem Sophia sejam importantes para o terceiro livro, mas aqui eles foram bem entediantes. Sophia e Derek não me prenderam nem um pouco.

Em contraponto, ver Tony “evoluindo”, tentando se controlar, se redimindo e se rendendo foi de aquecer o coração. A autora não o transforma em um anjo, nem tenta mudá-lo da noite para o dia, o que seria muito pouco plausível. As mudanças ocorrem paulatinamente e, não sem esforços, vemos Anthony lutando para ser menos controlador e tentar conquistar sua Claire.

Mal posso esperar para ler o desfecho dessa história, descobrir todos porquês e, apesar de já torcer para que Tony seja uma pessoa digna de perdão e de ser amada, espero que ele não me decepcione com nenhum erro, por menor que seja. Ele não pode ser menos que perfeito para que eu admita que, sim, merece a doce Claire, seu amor (e meu perdão!)

5 corações5 Estrelas

 

Convicted (Consequences #3)

convicted

 

 

AUTOR: ALEATHA ROMIG
THRILLER PSICOLÓGICO / DARK ROMANCE
EDITORA: ROMIG WORKS
PÁGINAS: 400
ANO: 2013

 

A série Consequences foi feita para aqueles que acreditam que as pessoas cometem erros – alguns gravíssimos, mas principalmente para aqueles que acreditam que essas pessoas podem mudar, se arrepender, pagar por seus deslizes e, um dia talvez, serem perdoadas. O terceiro livro, Convicted (Culpado), traz o desfecho – incrível – da história de Claire e Tony e fecha todas as lacunas abertas desde as primeiras páginas de Consequences. São três livros bem diferentes um do outro, cada um cheio de distintas e fortes sensações, que se completam perfeitamente.

Contém, inevitavelmente, spoilers dos dois primeiros livros, Consequences e Truth. Se ainda não os leu, melhor pular essa resenha 😉

Consequences nos apresentou aquele Anthony poderoso, amargo, cheio de ódio e vigantivo, um Anthony que nunca foi amado e não sabia o que era amar. A autora manipulou nossos sentimentos e brincou com o amor e o ódio; fez-nos detestarmos a nós mesmos por desejar que Tony, no fundo, fosse uma pessoa boa; e nos deu raiva, ó, céus, muita raiva. Então, o leitor entra em Truth querendo vingança, torcendo por uma Claire forte e racional. Conhecemos Harry e Amber, e quase até torcemos por Harry, quase. Verdades vêm à tona e temos um Tony mais dócil, um Tony que aprende a pedir perdão e que começa a entender as entrelinhas do amor. Existe um sonho que vai mudar todo o rumo da história – Oh! Pausa para um suspiro! A autora disponibilizou essa cena escrita pelos olhos de Anthony no GR e a preocupação que eu tinha dela não ter sido consensual evaporou em poucas linhas. O final de Truth, apesar de aceitável, foi um pouco esquisito, e só nesse terceiro livro o compreendemos.

O início de Convicted me deu medo. Mesmo. Muito. A história é reiniciada no ano de 2016 e o que lemos não é nada animador. Aliás, é apavorante. Ficamos curiosos para saber o que aconteceu para estarmos diante de tais fatos e seus porquês. A autora começa a intercalar cenas de 2016 com o “passado”. As verdades começam a surgir, as peças começam a se encaixar e, aos poucos, tudo vai se esclarecendo.

Em um determinado momento do livro, mesmo compreendendo as revelações feitas, eu tinha dúvidas (e receios) sobre como a autora faria para que o leitor perdoasse Tony por completo. Que explicações seriam plausíveis o suficiente para o que aconteceu no primeiro livro? E Aleatha Romig surpreendeu! Fez-nos perdoá-lo da melhor maneira possível. Alguns atos simplesmente não tem explicação ou justificativa aceitável, e o fato da autora não ter tentado inventar desculpas mirabolantes mereceu meu aplauso.

O que começou como um thriller psicológico fantástico termina como uma bela história de amor, de aprender a amar e ser amado. Como Tony saberia o que era o amor se nunca havia sido amado na vida? Se jamais tivera o carinho dos pais? Se seu maior exemplo era um avô arrogante e bruto? Claire, com sua doçura e seu amor incondicional, faz o coração de Tony derreter, faz com que ele queira ser uma pessoa melhor, digna e merecedora de seu carinho.

Ah, já ia me esquecendo de Meredith, como poderia?! Imaginem que ela foi fundamental nessa história. Meredith e Courtney nos trouxeram momentos en-can-ta-do-res nesse livro, dignos de verdadeiras amigas. Emily continuou me dando nos nervos. Arghh… E Sophia, não teve jeito, não me conquistou nem achei que merecesse tantos capítulos nesses dois últimos livros. Não posso deixar de mencionar Phil, também peça chave e não vou dizer se para o bem ou para o mal, para não tirar-lhes a graça. Harry e Amber, er…prefiro não comentar. Catherine, quem é ela mesmo?

Trilogia incrível, bem escrita, muitíssimo bem desenvolvida e sem pontas soltas. Uma trama perfeita, entre culpados e inocentes, entre o amor e o ódio, entre a vingança e o perdão.

É uma bela história de amor e de perdão, cheia de mistérios, dor, mentiras e arrependimentos, cheia de muros altos a serem escalados e de espinhos que machucam e fazem sangrar. Mas, além de tudo, é uma história que mostra que, sim, o amor pode mudar uma pessoa. O amor, sim, mudou o Tony como nunca imaginei que pudesse mudar.

5 corações5 Estrelas

Consequences-Series

A série fez tanto sucesso que a autora resolveu sair escrevendo mais outros tantos livros dentro dela. São livros contados pelo ponto de vista de Anthony e outras explicações (ou revelações?). Não senti necessidade alguma de ler mais do que os 3 livros principais, que já tem começo, meio e fim muito bem definidos. Aliás, não gosto quando os autores “se aproveitam” de uma história de sucesso e saem lançando mais um monte de “acréscimos”. No entanto, deixo aqui a ordem completa (e o apelo para só lerem os demais livros após os 3 principais, mesmo o #1.5 ou #2.5).

#1 – Consequences (2011)

#1.5 – Behind his eyes – POV de Anthony de Consequences (2014)

#2 – Truth (2012)

#2.5 – Behind his eyes – POV de Anthony de Truth (2014)

#3 – Convicted (2013)

#4 – Revealed – The Missing Years (2014)

#5 – Beyond the Consequences (2015)

 

 

 

 

50 respostas em “Consequences: Consequences, Truth, Convicted – Aleatha Romig

  1. Desde quando você postou sobre eles no Fuxico eu tirei um screenshot pra me lembrar de algum dia ler estes livros. Minha amiga Juliana Simões está lendo, óbvio que não li o post até o final e já quero ler Consequences neste final de semana!!! OMG!!!!

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  2. Parece interessante, como não é meu estilo de leitura, li as 3 resenhas sem me preocupar com spoiller. Muito boas, você escreve muito bem. Abraços.

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  3. Estou encantada com essa trilogia, terminei o primeiro em dezembro e outro ontem… Tudo isso pq não sei inglês 😥😥😥😥… Estou quase arrancando os cabelos de tanta ansiedade e nem sei quando sairá a tradução do 3… Esse é de longe o melhor livro q já li!!!

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    • Muito boa, não é, Juliana?! Li os 3 seguidos e quase enlouqueci, imagina ter que esperar entre um e outro rs A missão agora é encontrar livros parecidos haha

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  4. Só vejo excelentes comentários sobre essa trilogia, agora lendo essas resenhas não tem como resistir! Preciso urgentemente!

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  5. Amei essa trilogia!!! Os três livros são inticáveis. Vou ver se um dia sobre tempo (impossível) e leio esses outros.

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    • Oi, Cristiane. Infelizmente não sei te responder sobre traduções, li os 3 em inglês
      Eu adorei o desfecho da trilogia, espero que você goste também! :)))

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  6. Ótima resenha, também me senti exatamente assim em relação ao Tony (ainda bem que não sou a única), também achei a Sophia entediante, confesso que mal li os capítulos destinados a ela. Apesar de não ter lido o último (como muitas estou desesperada aguardando a tradução), pela sua descrição vejo que a Aleatha continuou surpreendendo e finalizou com chave de ouro. Confesso que há muito tempo um livro não me surpreendia assim! Apesar de todo sofrimento psicológico, ansiedade, vale a pena ler!

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  7. Oi, você teria como indicar onde você baixou o 3º livro, mesmo que sendo em inglês? Eu estou louca pra ler não consigo parar de pensar em como acabou o 2.
    Ótima resenha!

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  8. Pingback: Insidious, Aleatha Romig | Histórias de Papel

  9. Oi linda amei a sua resenha…Assim q esse livro foi postado eu comecei a ler pq não tinha nada pra eu fazer,e confesso q arrumei o q fazer pq eu fui dormir 5:00 da manha, nunca em toda minha vida um livro me prendeu tanto assim.Mas enfim gostaria de saber se VC sabe algum outro livro nesse mesmo gênero?Bjs.

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    • Obrigada, Danielly! :* Olha, eu bem que já procurei livros assim, mas não encontrei ainda. Falam muito que Bang da E.K. Blair é nesse estilo, mas como é trilogia e o último livro não foi lançado ainda, não li (só começo séries que já estão completas, se não fico maluca haha)
      Ah, e se achar algum parecido vem me contar também!!!
      Bjs

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      • Pra quem perguntou: Tem uma série parecida com essa: Descobrindo Você -Scarlett Edwards
        Parece plágio de tão igual, nos elementos( vingança, sequestro, tortura, estupro, submissão, até a parte dos videos tem), mas difere nos caminhos que autora escolheu. Enquanto amo Consequences, odeio Descobrindo você. Mas se quiser arriscar. São 11 livros,

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  10. Amei e me identifiquei com sua resenha. Confesso que o livro 1 é difícil de ler. Parei várias vezes sem acreditar em tanta maldade, imaginando várias formas de vingança; mas… não é que também passei a amar o Tony? Gente a autora é ótima. Embaralha nossa mente, eu ficava babando quando ele era bom e sofria e chorava quando não era! Eu acreditava no amor dele apesar de tudo e torcia por favor seja bom!! (preciso de um psiquiatra) A série é muito boa e surpreendente. Cada reviravolta!! Li todos. os livros 1,5 , 2,5 e 5 são dispensáveis. Mas o livro 4 vale a pena ler. Deve ler! Esse livro me fez entender melhor (e apoiar) as atitudes de Emily, ver quanto Harry é honrado, e ver como Tony de fato pagou, sofreu e mudou com seus erros. Eu me senti vingada aqui!(que coisa horrível). Com um todo adoro a série,(mesmo não sendo meu estilo) essa autora é espetacular.

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  11. Pra quem perguntou: Tem uma série parecida com essa: Descobrindo Você -Scarlett Edwards
    Parece plágio de tão igual, nos elementos( vingança, sequestro, tortura, estupro, submissão, até a parte dos videos tem), mas difere nos caminhos que autora escolheu. Enquanto amo Consequences, odeio Descobrindo você. Mas se quiser arriscar. São 11 livros,

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  12. Acabei esse primeiro livro da triologia agora e fiquei tipo hã?? Achei o livro chato, a historia talvez seja boa, mas existem muitos detalhes. Eu sou o tipo q gosta de detalhes na historia, mas esse livro passou muito longe. Não sei se tenho coragem de ler os outros, eu realmente gotsaria de saber o que acontece, mas é tao entediante as vezes. Estou na duvida ainda. Tem horas q quero matar o tony e tem horas que eu gosto dele, a Claire continua submissa nesse segundo livro??

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  13. Estou lendo o terceiro, confesso que quando comecei a ler o primeiro desisti, fiquei com tanta RAIVA do Tony, mas depois de alguns meses resolvi voltar a ler… E meu DEUS!!! O que são esses livros, já fiquei com raiva já chorei… Caramba! Eu recomendo, sem a menor sombra de dúvida. Estou no inicio do terceiro livro, e com uma angustia tremenda, mas como todos os livros acredito em uma enorme reviravolta…

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  14. Oi!
    Nossa, qie resenha!! Adorei os pontos que você apresentou, achei a sua resenha tripla bem completa e fiquei bem curiosa para ler essa série, já foi para a wishlist. Mesmo sendo uma estória forte e um turbilhão de sentimentos, espero gostar da leitura como você.
    Beijos,
    Ansy.

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  15. Eu li todos os livros esperando que Claire acordasse….a cada capítulo eu esperava que enfiasse uma faca nele enquanto dormia, contratasse alguém para violentá-lo ou o prendesse contra a vontade dele! Acho o livro muito bem escrito, mas acho também impossível gostar do Tony e depois de chegar até o final, decidi que também não gosto da Claire. Desculpe o SPOILER mas embora eu entenda a questão da sindrome de Estocolmo a verdade é que quando ela virou mãe de uma menina a autora perdeu uma grande chance de Claire realmente entender o que aconteceu com ela e finalmente, despertar! Se ela não tem amor próprio deveria pensar na filha, afinal, e se alguém fizesse o mesmo com a menina? E se o maluco controlador machucasse a menina? Embora seja comentado por alto no livro o fato de Claire imaginar o que falaria para a menina quando ela soubesse o conteúdo do livro de Meredith, em nenhum momento ela pensa nas consequencias disso para a vida sentimental/sexual da garota – o que é engraçado já que ela foi treinada para pensar nas consequencias…- já que a autora que tanta gente faz questão de frissar a questão da sindrome de Estocolmo, pensem nos efeitos psicológicos e de replicação de comportamento que o relacionamento dos pais tem nas crianças. Não pude deixar de pensar que a Nichol crescendo em um lar feliz ao ler a história dos pais vai achar normal uma mulher ser violentada, apaixonar-se pelo seu algoz e jurar amor eterno a ele! Achei tão absurdo isso! A autora perdeu uma grande chance de fazer Claire recuperar a sua dignidade ao não fazer Claire matar ou pelo menos abandonar Anthony no final, senão pelo bem dela (uma mosca morta vamos combiner), o amor pela menina – amor verdadeiro, real – deveria ter despertado ela.

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  16. Olá! Com certeza não era meu gênero de leitura, mas ao ler sua resenha no Skoob, pirei pra ler e o que posso dizer após essa leitura eletrizante, é que valeu muito a pena sair da minha zona de conforto literária e hoje em dia eu me aventuro por outros gêneros que me trouxeram leituras sensacionais.
    Toda a série Consequências é estupenda!!!
    Pena que no Brasil nenhuma editora os publicou ainda, seria maravilhoso!
    Parabéns pelo blog e por suas resenhas. Vc é muito talentosa e sincera em suas opiniões. Abraços

    Curtido por 1 pessoa

  17. Esses livros têm um lugar especial no meu coração. Eu acabei de ler Convicted, há o que, dez minutos? E ainda tenho lágrimas nos olhos! Estou tão aliviada por (contem spoiler) eles terem conseguido o seu sonhado final feliz. Quero dizer, assim eu espero! Vou dar uma olhada em Beyond the Consequences amanhã e estou ciente que Aleatha, gostando de nos angustiar como ela gosta, deve trazer mais problemas! Eu realmente torço para que sejam mínimos, uma vez que esse casal, na verdade… toda a família (incluindo os amigos) já passaram por poucas e boas. Ainda estou com o coração na mão por pensar que Brent quase embarcou naquele maldito avião! Sophia e seu marido também não me ganharam em momento algum, mas eu absolutamente adorava o amor dos dois. Eles eram realmente almas gêmeas e me arrepia que tenham, infelizmente ou felizmente, falecido no mesmo dia. Enfim, só queria comentar enquanto estou no “calor do momento”, haha. Encontrei seu site ao buscar uma resenha do terceiro livro. Adivinha por que? Porque eu estava morrendo de medo dos primeiros parágrafos dele. Procurei não ler demais o que você disse sobre ele para não estragar as surpresas, mas suas palavras me acalmaram e eu prossegui com a leitura. Por isso, obrigada.

    Beyond the Consequences… aí vou eu 🙂

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  18. Bem, comecei a ler agora o primeiro livro, e concordo com cada comentário seu em relação ao mesmo. A história é cativante, instigante, tensa e, na minha opinião, desesperadora.
    Vou ser sincera. Entrei no seu site em busca de incentivo para continuar a leitura. Entendo que em muitos casos, pessoas que são mantida em cativeiro se afeiçoam aos seus captores, mas sinceramente eu nunca, jamais, em hipótese alguma me apaixonaria ou o perdoaria. Independentemente dos motivos que levaram o protagonista a violentar a garota, por mais forte que sejam, nunca vou concordar com um fim feliz pra ele. Concordar com isso seria concordar com a violência diária que ocorre todos os dias com as milhares de mulheres no mundo.
    Apesar de tudo, sua resenha me convenceu a continuar a leitura. Fiquei bastante curiosa pra saber desse fim tão espetacular!
    Obrigada.

    Curtido por 1 pessoa

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