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Reviving Izabel #2

 

Autora: J. A. Redmerski
Suspense / Romance / Thriller
Editora: Kindle Edition
Páginas: 373
Ano: 2013
Série: Na Companhia de Assassinos – #2

Obs.: A edição brasileira já tem título, O Retorno de Izabel, e previsão de publicação para Julho 2015. Veja a capa brasileira no final da resenha. 

Essa resenha contém spoilers do livro 1, A Morte de Sarai, portanto, se ainda não o leu, melhor não continuar 😉


 

A Morte de Sarai termina com um final satisfatório, talvez não o mais romântico ou ideal, mas, ainda assim, satisfatório e verossímil. Todavia, admito que deixa o leitor curioso, querendo saber o que acontece dali em diante e terminamos correndo para o segundo livro com altas expectativas. Eis o problema! O primeiro livro é muito bom, me deixou tensa do começo ao fim, completamente presa e super ansiosa, no entanto, sua continuação é cheia de altos e baixos. Ora lhe prende, ora lhe entedia.

O Retorno de Izabel começa um tempo depois do término de A morte de Sarai, e vemos nossa protagonista com uma sede de vingança, querendo planejar e cometer um assassinato sozinha. Sozinha! Por mais que Sarai não tenha medo de matar ou morrer, é inexperiente e termina se metendo em encrenca, atraindo mais vilões do que poderia imaginar. Porém, isso também atrai de volta Victor, que terá que decidir se treina Sarai como ela deseja e permanece ao seu lado ou se a convence a viver uma vida normal. Niklas e Fredrik também reaparecem, mas não sabemos mais em quem confiar – se é que podemos confiar em alguém.

O começo da história me irritou um pouco, com uma Sarai mais imatura do que pude imaginar, fazendo algumas burradas que me tiraram do sério. A trama só volta a entrar nos eixos quando Victor reaparece, trazendo consigo Fredrik, um personagem instigante e cheio de mistérios.

Assim como no livro 1, a autora continua com uma narrativa que parece mais um roteiro de filme, embora aqui isso tenha me incomodado um pouco. Talvez eu não saiba bem apontar as diferenças, mas é como se aqui ela descrevesse demasiadamente os passos dos personagens. Descrições são interessantes, mas ações óbvias demais que não acrescentam muito devem ser bem mensuradas para não encher o livro desnecessariamente.

Talvez a autora tivesse concluído melhor a história de Victor e Sarai ‘Izabel’ se acrescentasse mais umas 100 páginas ao primeiro livro, e não criando um segundo volume. Há trechos bem repetitivos, muitos “diálogos internos”, como se a autora sentisse a necessidade de esmiuçar demais, explicar demais tudo para o leitor, supondo que ele ainda não tivesse entendido seu raciocínio – quando na verdade tudo já tinha ficado bem claro.

Até os 85% a leitura é ora empolgante, ora previsível e comum. É quando a autora, tcham ram!, enfim me surpreende!! Ufa! Daquele trecho em diante ela fez valer a leitura e me reconquistou. Sabe quando você está arriando na cadeira, sonolenta, quase fechando os olhos e de repente algo lhe desperta completamente? Yeah!

Não é tão fascinante quanto o primeiro, mas ainda assim é uma leitura que vale a pena e foge do trivial. Confesso que Sarai perdeu uns pontinhos e ficou atrás de Victor e Fredrik na minha lista de personagens favoritos, mas o saldo ainda foi positivo. Se lerei o próximo livro? Não tenho dúvida, afinal, é sobre ninguém menos que o misterioso Fredrik. Estou ansiosíssima! 😉

 

3.5 corações 3.5 Estrelas

 

Capa brasileira de Reviving Izabel - O Retorno de Izabel - que será publicado pela Suma de Letras ainda esse ano.

Capa brasileira de Reviving Izabel ‘O Retorno de Izabel’ – que será publicado pela Suma de Letras ainda esse ano.

 

  • Ordem de leitura:

#1 – A Morte de Sarai (Resenha aqui)

#2 – Reviving Izabel (a ser publicado no Brasil em Julho 2015)

#3 – The Swan & the Jackal

#4 – Seeds of Iniquity

#5 – The Black Wolf (ainda sem capa)

 

Sinopse – Reviving Izabel: Determined to live a dark life in the company of the assassin who freed her from bondage, Sarai sets out on her own to settle a score with an evil sadist. Unskilled and untrained in the art of killing, the events that unfold leave her hanging precariously on the edge of death when nothing goes as planned.

Sarai’s reckless choices send her on a path she knows she can never turn back from and so she presents Victor with an ultimatum: help her become more like him and give her a fighting chance, or she’ll do it alone no matter the consequences. Knowing that Sarai cannot become what she wants to be overnight, Victor begins to train her and inevitably their complicated relationship heats up.

As Arthur Hamburg’s right-hand man, Willem Stephens, closes in on his crusade to destroy Sarai, she is left with the crushing realization that she may have bitten off more than she can chew. But Sarai, taking on the new and improved role of Izabel Seyfried, still has a set of deadly skills of her own that will prove to be all she needs to secure her place beside Victor.

But there is one test that Izabel must face that has the potential to destroy everything she is working so hard to achieve. One final test that will not only make her question her decision to want this dangerous life, but will make her question everything she has come to trust about Victor Faust.

 

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