Os Meninos da Rua Paulo, Ferenc Molnár

Os meninos da rua Paulo

 

 

Autor: Ferenc Molnár
Literatura Húngara / Clássico / InfantoJuvenil
Editora: Cosac Naify
Páginas:264
Ano: 2005
Publicação original: 1907

 

 

Os Meninos da Rua Paulo é um clássico húngaro de Ferenc Molnár, que desde 1907 vem encantando gerações.

O livro se passa na Budapeste do final do século XIX e conta a história de um grupo de garotos que formam um exército para proteger seu pedaço de terra de um grupo rival, como se estivessem em uma guerra, como se fossem militares.

Com bravura, perseverança e coragem nos mostram como nascem os heróis do dia-a-dia, nos mostram a importância do companheirismo, do perdão e da amizade, a dureza das traições e das derrotas e a alegria das vitórias.

Os Meninos da Rua Paulo nos mostram os grandes valores da vida e como eles já surgem ali, na infância, nas brincadeiras de rua, nas atitudes diante do amigo, e como isso vai moldando o adulto que iremos ser.

Uma leitura maravilhosa, singela, que, inevitavelmente, nos remete aos bons tempos de escola e coloca um sorriso bobo no coração de todo adulto que tem alma de criança.

Um livro simples, singelo, nostálgico, delicado. Daquelas leituras que faz com que reflitamos e queiramos ser pessoas melhores. Um clássico para todas as idades, daqueles que nos faz chorar, nos marca e nos emociona profundamente.

4 corações 5 Estrelas

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Homenagem aos Meninos da Rua Paulo em Budapeste, do artista Szanyi Péter

 

Sinopse: Com mais de um milhão de leitores e oitocentas reimpressões só no Brasil, “Os Meninos da Rua Paulo” é o clássico por excelência; pelo caráter universal e pela alta qualidade literária, mantém-se capaz de atingir um vasto público ao longo de décadas. A história dos garotos que defendem o “sagrado grund”, um pedaço de terra que serve de palco para as brincadeiras, projetou o húngaro Ferenc Molnár na literatura mundial, tornou-se um best-seller e inspirou cineastas por todo o mundo – das adaptações para o cinema, a mais conhecida é de Zóltan Fábri (1969). Está para nascer uma geração que não se identifique com o espírito de amizade e união presente no livro. Os garotos da Sociedade do Betume tinham duas importantes tarefas: manter o betume – símbolo da sociedade – sempre molhado, por meio da mastigação, e defender o grund, quartel general onde jogavam péla. Eis que os camisas-vermelhas, desterrados e, conseqüentemente, impedidos de jogar péla, declaram guerra à Sociedade e decidem tomar-lhe o grund. Do líder Boka ao soldado raso Nemcsek, a Sociedade do Betume se organiza para a grande batalha de Budapeste do começo do século. O que era brincadeira de criança transformou-se num belo retrato da infância. A tradução brasileira é assinada pelo escritor, tradutor e dicionarista Paulo Rónai, grande divulgador da literatura húngara no Brasil. Rónai chegou no Rio de Janeiro em 1941, fugido da guerra, e logo ganhou destaque no meio intelectual brasileiro. Apresentou diversas obras húngaras ao leitor brasileiro, como Os meninos da rua Paulo, traduzido em 1952, e clássicos da literatura universal, como A comédia humana, de Balzac, além de traduzir Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, para o francês. Esta nova edição traz um posfácio e notas do poeta e tradutor de origem húngara Nelson Ascher. Em suas palavras, Os meninos da rua Paulo “lembra-nos de uma verdade tão central como óbvia: que, nas horas e situações decisivas de suas vidas, os jovens querem mesmo é estar uns com os outros. […] É entre eles que se firma os vínculos mais vitais e se trocam as emoções mais profundas”.

7 respostas em “Os Meninos da Rua Paulo, Ferenc Molnár

  1. Pingback: Os Meninos da Rua Paulo, Ferenc Molnár | Biólogo31

  2. Amei a resenha e me interessei bastante pelo livro. acho que vou parar de ler resenhas: todas as vezes que leio acabo adicionando um livro à minha lista e ela já tá gigante hahaha. Abraço 😘

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  3. Ca, adorei a resenha. Acredita que tem esse livro aqui em casa desde que me entendo por gente e nunca me interessei. Depois dessa resenha já quero ler. O livro é do meu pai, uma versão bem velhinha, mas deve servir hehe bjus

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  4. Muito obrigado pela indicação Caroline!
    Obra magnífica. Este livro tem o poder de provocar os mais diversos e puros sentimentos na criança que habita todos nós.
    O fim da leitura provoca instantânea saudade da Sociedade do Betume. Ou será da própria infância?

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