Como fazer Estrela para TBR Jar

Quando postei a foto do meu Pote de Leitura para 2016 (TBR Jar = To Be Read Jar = Pote ‘a ser lido’) algumas pessoas vieram me perguntar como eu fizera as estrelinhas.
IMG_1673É bem fácil de fazer, logo abaixo deixo um link com um tutorial, mas vou contar como eu fiz.

Para saber de que tamanho eu queria minha estrela, fiz uns três testes e terminei em uma tira de 1,2 por 32 cm. Foi o tamanho que achei ideal para a estrelinha que eu queria. Os tutoriais na internet lhe aconselham a comprar papel colorido ou as tiras coloridas já prontas, mas não fiz isso.

Minha lista era imensa e preferi imprimir (não tem problema se um dos lados do papel for branco). Dimensionei retângulos de 1,2 x 32cm, escolhi algumas cores para o plano de fundo e fui copiando os títulos. Imprimi, cortei e comecei as dobraduras.

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Achei esse video no youtube que explica bem direitinho como fazer. :)))

Cafebreria El Péndulo – Belas Livrarias

E o desejo do dia é estar nessa charmosa livraria! 💗📚 Linda de viver! A Cafebreria El Pêndulo inaugura uma série de Belas Livrarias e Bibliotecas que serão postadas aqui no blog.

Como indica o próprio nome, a Cafebreria é uma mistura de livraria e cafeteria. Fica no México e de cara entrou para minha lista de lugares que quero conhecer. Nasceu em 1993, com o objetivo de ser um ponto de encontro cultural, de romper com a ideia tradicional de livraria que apenas vende o livro e transformá-la em um local de reunião de amantes de livros, música, filmes e arte. Ah, e claro, amantes do cafezinho.

Hoje em dia já são seis unidades e o que era um simples café se tornou restaurantes – bons restaurantes (é o que dizem rs) – que servem desde café da manhã até jantares.

E quem não gostaria de desfrutar de uma ótima ceia na companhia de um bom livro, em um espaço aconchegante, agradável, com uma arquitetura de encher os olhos e lindas pilhas de livros de encher o coração? Adorável, simplesmente adorável!

#PartiuMexico!

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Chá de Sumiço, novidades e o que estou lendo!

Chá de Sumiço

Olá, leitores! Esse será um post diferente 😉 Recebi três mensagens na página do blog no Facebook de leitores que, além de acompanhar o blog, acompanham minhas leituras no GoodReads e Skoob, e por lá eles perceberam que eu andava ausente. O que eles queriam saber? O porquê de eu estar lendo menos, pouco ou quase nada!

Bem, meu bebezinho (lindo! rs) não completou nem 2 meses ainda, então estou amamentando e dormindo bem pouco, consequentemente meu ritmo de leitura diminuiu, sim! Nesse período só li 3 livros simples e curtos: A Herdeira (resenha aqui), Gelo Negro (resenha aqui) e Mentirosos (resenha aqui). Mas, aos poucos, estou conseguindo retomar minhas leituras e logo o blog voltará ao ritmo normal.

Ah, também pretendo retomar os sorteios, claro! Fiquem atentos! 😉

O que estou lendo?!

Quem acompanhou as resenhas desses 3 livros que li percebeu que nenhum deles me agradou muito. Então deixei de lado o já-que-estou-sem-tempo-vamos-ler-livros-curtos e, sem pressa, voltei a seguir minha lista de leitura.

Estou lendo o terceiro volume da trilogia O Século, Eternidade por um fio, de Ken Follett e em breve (não tão breve assim, já que são cerca de 1.100 páginas e ainda estou na metade) teremos resenha dele por aqui. Ken Follett continua me surpreendendo! Aliás, recomendo sempre essa série :)) Tem resenha do primeiro volume, Queda de Gigantes, aqui, e do segundo, Inverno do Mundo, aqui.

eternidade por um fio

Estou lendo também Juventude Brutal, livro de estreia de Anthony Breznican – sim, mesmo sem tempo tenho essa mania de ler mais de um livro ao mesmo tempo, pois quando canso de um, tenho outra opção para continuar lendo. :)) Estou bem no comecinho desse, promete ser uma boa leitura. Veremos!

Aproveitando a foto que postei nas minhas redes privadas, com os bracinhos do meu lindo <3

Aproveitando o soninho do bebê para tentar ler um pouco ❤

O que está aguardando na fila

Decidir as próximas leituras nunca é uma tarefa fácil. Parece que queremos abraçar o mundo e ler tudo ao mesmo tempo, não é? Já tentei fazer sorteio – na época não funcionou, preciso tentar novamente rs. Será que alguém consegue sortear e ler exatamente o sortudo da vez?

Dentre os livros que me aguardam, três deles estão na agulha:

o amante marguerite duras cosac naify

 

 

 

  • O Amante, de Marguerite Duras, escritora francesa e um dos expoentes da literatura do século XX na Europa. O Amante é considerado o livro mais autobiográfico da autora e carrega importantes prêmios literários.

 

 

nós os afogados

 

 

  • Nós, Os Afogados, do dinamarquês Carsten Jensen. Uma amiga portuguesa tinha me recomendado esse livro e fiquei super feliz e ansiosa quando soube, semana passada, que ele seria lançado no Brasil em breve. Dizem que é um daqueles livros que já nasce um clássico, então estou contando os dias para começar sua leitura.

 

 

A princesa leal philippa gregory

 

 

 

 

  • A Princesa Leal, romance histórico da autora Philippa Gregory. É o primeiro volume da série Os Tudors e é um livro bem difícil de encontrar nas livrarias. Finalmente consegui o meu e estou bem curiosa.

 

 

Já leram algum deles? O que acharam? Quem quiser acompanhar meus históricos de leitura, me adiciona lá no Skoob e/ou GoodReads pra gente trocar figurinhas 😉 ❤

Edição Especial: Madame Bovary, Gustave Flaubert

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Autor: Gustave Flaubert
Clássico / Literatura Francesa
Editora: Martin Claret
Ano: 2014
Ano de Publicação Original: 1856

 

E quem não ama uma edição especial?! Estava eu, bem despretensiosa, passeando pela livraria quando meus olhos bateram nessa edição BELÍSSIMA de Madame Bovary ❤ ❤ ❤ Como não levar pra casa?! O clássico de Flaubert estava na minha lista de leitura há algum tempo, então nem tentei resistir.

A edição está um charme, de uma delicadeza sem tamanho, linda, linda! Resolvi, então, inaugurar essa coluna – que chamei de Galeria – para mostrar em detalhes edições especiais como essa 😉 Ah! E em breve teremos resenha, claro! (update: resenha aqui)

Espero que gostem!

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A edição é em capa dura, fofinha, tem um toque suave com detalhes em verniz e em dourado (hot stamping).

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É notável o cuidado e o capricho que tiveram com o projeto gráfico. As cores, texturas e fontes em total harmonia nos levam à outra época. Um primor! IMG_6712

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Estou tão apaixonada por esse trabalho que fiz um mini vídeo para vocês babarem comigo 😉


Sinopse: Madame Bovary é um romance que foi escrito por Gustave Flaubert e que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857. O livro é considerado pioneiro dentre os romances realistas; não somente, o livro tornou-se famoso por sua originalidade, o qual posteriormente levou a cunhagem do termo de psicologia bovarismo, em referência as características psicológicas da protagonista da obra. Quando o livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou seu autor a julgamento.
O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa. Emma, cada vez mais angustiada e frustrada, busca no adultério uma forma de encontrar a liberdade e a felicidade. Apesar da intensa procura de uma vida digna, dificilmente consegue sentir-se satisfeita com o que é e o que tem.

Preconceito Literário

Por mais improvável que pareça, os leitores sofrem com o inaceitável preconceito literário. Basta dar uma navegada nas redes sociais para perceber que a intolerância insiste em dar as caras, o chato metido a intelectual parece ser uma espécie que jamais entrará em extinção. (notem que chamo de chato o metido a intelectual, e não o intelectual, o culto, o educado, o inteligente e respeitoso – esse merece sempre minha admiração.)

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Consideremos como tribo um grupo de leitores que tem gosto em comum, participam dos mesmos fóruns de discussão, dos mesmos grupos de leitura e, portanto, terminam se acostumando com opiniões parecidas com a sua. Quando o leitor se afasta de sua tribo, começa a perceber que seu gosto, por mais estranho que isso possa parecer, incomoda a alguém.

Os gêneros da literatura são inúmeros, mas uma parte dos leitores acha que só um tipo é válido: o que eles consideram culto. Não basta pensar que os outros leitores são inferiores, nem basta se pabular do que leu, esses “críticos” adoram menosprezar quem não se encaixa na tribo cult.

Esse preconceito em relação aos best-sellers não é novidade. Essa tribo que se considera intelectual sempre repete clichês como “Odeio best-sellers”. Como se ‘best-seller’ fosse um gênero literário e todos os livros que vendem muito fossem iguais. Victor Hugo e Goethe já foram best-sellers, e aí?!

Estou sempre com mais de 1 livro em andamento: um clássico, uma biografia, um romance bobo e um romance “bom”, por exemplo. Eles me dão opções suficientes para ter o que ler em cada momento. Ando mais devagar com uns que com outros e não vejo problema algum com isso. Ler Balzac não me impede de gostar de Jogos Vorazes. E se um dia o fizer, ótimo, verei em todos os leitores de best-sellers potenciais leitores de clássicos. É tão simples!

Uma importante revista postou em sua página no Facebook no fim de 2014 que o livro do ano fora A Culpa é das Estrelas. O livro de John Green passou meses ocupando o topo da lista dos mais vendidos, então, claro, não haveria problema em destacá-lo, certo? Infelizmente, errado! Fiquei boquiaberta aos abrir os comentários e senti vergonha de ser conterrânea daqueles, er…, cidadãos.

Os comentários xingavam não só o livro, mas os leitores. Variavam entre “Oi??? Literatura?” e “Lixo” a “Escolher isso é querer nivelar por baixo né”.

Um comentário em especial chamou a minha atenção: “Com todo respeito, mas chamar isso de literatura é uma afronta aos grandes escritores. Essa ‘onda’ de livros ‘young adult’ está tornando os jovens cada vez mais alienados. Trágico!” 

Humm…Interessante. Pulemos o “com todo respeito…”, por motivos óbvios, e passemos a “afronta aos grandes escritores”. Por que um escritor que vende muito seria uma “afronta aos grandes escritores”? Quem estaria apto a dizer que escritor X é ruim e Y é bom? Qual seria o limite entre literatura e o que eles chamam de “não-literatura”?

Os grandes escritores são selecionados pelo tempo, que se encarrega de eternizar as grandes obras, mas isso não diminui a importância da literatura de entretenimento, dos best-sellers, dos livros que, por um motivo ou outro, encantam uma geração.

Essa ‘onda’ de ‘young adult’, como fala a especialista super-cult, tem iniciado milhares de jovens no mundo da leitura. Harry Potter começou a formar, há quase 20 anos, uma legião de leitores cada vez mais ávidos por histórias que lhe despertem para novos mundos, que lhe instiguem, lhe provoquem, lhe façam sorrir, que lhe deem prazer. São esses mesmos jovens que hoje movimentam o mercado editorial no Brasil, que lotam os eventos de livros e que tem encontrado em escritores populares, ídolos. Seria isso algo ruim? Idolatrar sempre foi uma característica da adolescência, então por qual motivo não poderiam eleger um autor, ao invés de um cantor ou ator, para ser seu ídolo? Isso é ser alienado?! Pior, seria isso algo “trágico”?! Vejam bem, ela diz que é TRÁGICO!

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Ainda me lembro de muitos professores reclamando, dizendo que os adolescentes tinham que ler Machado de Assis e Graciliano Ramos, pois Harry Potter era literaturazinha passageira, coisa de criança. Passageira? An…ram… Certo dia, olhando a lista dos 10 livros mais vendidos da semana, percebi que 8 deles eram livros young-adult (jovem adulto), e isso continuou por semanas. Isso poderia significar que só se lê livros desse tipo hoje em dia, mas não é o que tem mostrado o mercado e as feiras especializadas. Não são os adultos que estão lendo livros para jovens, mas são os jovens que estão consumindo a maior parte da literatura vendida no país e, portanto, estão ocupando os topos das listas.

Esses dados comprovam que, sim, Harry-Potters e Crepúsculos podem, sim, “iniciar” leitores. Será que isso é um tapa na cara dos “educadores” que um dia criticaram a leitura dessas sagas simplesmente porque não eram livros “sérios”? Aqueles mesmos educadores que insistiam que estudante brasileiro só deveria ler clássicos nacionais? Acredito que esses dados são a esperança de que teremos, em um futuro próximo, adultos que leem mais.

Vi uma reportagem com dois jovens que obtiveram nota máxima na redação do ENEM em 2014 (a mesma redação que presenteou com um zero mais de 500 mil estudantes – quinhentos mil!!!) e sabe o que eles tinham em comum? A paixão pela leitura! E em especial pela leitura dessas sagas tão criticadas, voltadas para o público jovem-adulto.

Vejo crianças de 7 anos engolindo Diários de um Banana ou Percy Jacksons. Vejo que essas mesmas crianças vão crescendo e se interessando por John Green, Meg Cabot ou a brasileiríssima Paula Pimenta, e assim sucessivamente. Sem dúvidas, o hábito da leitura por prazer plantado desde a infância leva os leitores a lerem Machado, Dickens ou as irmãs Brontë por vontade própria algum dia. O interesse muda com o tempo, as expectativas mudam, o gosto muda, apura, sofistica. Ninguém começa lendo Proust ou Turgenyev, mas se aprender a gostar de ler, um dia chega lá – se assim o desejar.

Dizer que os livros para jovens-adultos estão deixando os jovens alienados é não perceber nada que acontece a seu redor. NADA! (Lembra dos 500 mil alunos?!) Fico me questionando se esses pseudo-intelectuais moram no Brasil, um país onde a média de livros lidos por ano é de apenas 4 títulos.

Há quem pense que ler livros ruins não acrescenta em nada, que é melhor não ler nada que ler algo ruim. Há, ainda pior, quem pense que atrofia o cérebro, que uma vez lido é impossível “deslê-lo”, que o estrago já foi feito. Que bobagem! Um livro ruim atiça o lado crítico do leitor, faz com que ele que pense em muitos porquês e forme uma opinião. É claro que com isso não estou dizendo que se deva ler livros ruins, mas se um cair na sua mão, que seja aproveitado da melhor maneira.

Concordo que há livros ruins, medíocres, de péssima qualidade, especialmente com o mercado querendo vender muito, querendo lucrar. Com a facilidade de publicação que há hoje em dia, muitos escritores que jamais conseguiriam contrato com uma editora terminam lançando seus livros de forma independente no meio digital e uma parte deles é ruim mesmo. Jamais disse que os livros devem ser passíveis de críticas, pois tem muitos livros cujo português é vergonhoso, lastimável. O que enfatizo é que o leitor não deve ser menosprezado ou julgado por lê-los. Que sejamos sempre maduros e critiquemos com fundamentos sérios o livro, jamais o leitor.

É natural que depois de alguns lixos ele queira algo mais, algo melhor. Quantas vezes não vi, nos grupos de leitura, pessoas pedindo dicas de livros melhores, pois cansara de “mais do mesmo”? Quantas vezes não vi leitores pedindo dicas de clássicos para iniciantes? É um processo e ele deve ser respeitado.

Devo enfatizar que o contrário também acontece: o culto também sofre preconceito. Talvez paguem a conta dos pseudo-intelectuais sem que tenham nada a ver com isso. Muitas vezes, comentar que está lendo James Joyce, por exemplo, leva alguns a torcerem o nariz, a acharem que o comentário é apenas para se mostrar culto ou inteligente, quando na verdade o leitor só quer ter com quem conversar sobre uma excelente leitura que fez. O preconceito é abominável de qualquer forma e essa conversa de que quem só lê clássicos ou livros “difíceis” é um chato ou coisa parecida é tão ruim quanto julgar os que leem best-sellers.

John Green pode, sim, levar a Tolstoi, mas forçar um livro chato e enfadonho leva à desistência. Obrigar alguém a ler um livro cansativo logo nos primeiros anos de vida ou nas horas de lazer é criar uma geração que repele a leitura, que a associa a algo penoso.

Que jamais percamos o prazer de ler o que queremos, que jamais tenhamos vergonha do que escolhemos. Que a evolução seja constante, mas natural e sadia, sem pressões ou constrangimentos. Que as boas leituras cheguem de mansinho e nos conquistem, que a bela escrita nos faça salivar, nos vicie, nos faça suspirar. Que os preconceituosos leiam mais para que abram suas cabeças e se tornem mais tolerantes. Que Hemingways, Virginias e Goethes possam conviver em paz na mesma estante que Colleens, Kieras e Perkins. (se assim quiser o dono da estante, rs)

Que desgostemos sem medo de qualquer livro, que possamos dar nossa opinião mais sincera, mas que jamais desrespeitemos aqueles que tem opinião contrária. Que o respeito seja sempre o princípio básico e que a paixão pelas palavras se espalhe, invada os lares e possa plantar sonhos no coração de cada um. Que a leitura receba sempre um enorme SIM!

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Livro importado: onde comprar e os tipos de encadernação

Onde comprar livros importados? Como sei se é capa dura? Qual o prazo aproximado? Loja X é confiável? São perguntas recorrentes nos grupos de leitura que participo, portanto, resolvi contar minha experiência com os importados – e sortear um gift card para dar um empurrãozinho nos leitores 😉

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* Esse NÃO é um publipost, o blog NÃO ganha nada com isso.

Ao contrário do que muitos pensam, importar livros não é tão caro assim. Eles são isentos de imposto, então dependendo da escolha saem praticamente o mesmo preço de um livro nacional comprado no Brasil. (O dólar não tem ajudado ultimamente, mas…) 

 

Amazon.com

É minha queridinha, não há como negar. Tem o melhor acervo, preços atraentes e um prazo inacreditável, bem curtinho. Meus livros da Amazon chegam em cerca de 10 dias (Moro no Nordeste! No rastreio, cerca 3 dias após a compra eles já estão fazendo alfândega em São Paulo). O único problema é o frete, que não é tão amigo.

Tem também a opção de comprar livros usados por preços bem baixos. Nesse caso é interessante ver a pontuação do vendedor, pois a Amazon apenas faz a conexão entre vendedor e cliente. Já comprei um usado e chegou em ótimo estado, assim como descrevera o vendedor.

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Book Depository

É uma gigante inglesa, super confiável. Tem um bom acervo, mas os preços não são tão bons quanto os da Amazon. No entanto, o frete é grátis, o que muitas vezes compensa o precinho da concorrente.

Para os mais ansiosos, um defeito: prazo! Compre e esqueça, pois os livros costumam chegar depois de um mês.

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Por ser inglesa, muitos dos livros tem capas de edições exclusivas do Reino Unido.

Book Outlet

A Book Outlet é para fazer você ter raiva de morar no Brasil rs. É uma loja de promoções, tem livros a 1 dólar, edições em capa dura a 3 ou 4 dólares, e por aí vai. A desvantagem maior é o frete, que é bem salgado.

O acervo não é tão empolgante. O ideal é entrar no site e ver o que está em promoção. Se entrar já com um livro em mente provavelmente vai se frustrar.

Update: Me informaram que o Book Outlet não está mais enviando para o Brasil :/

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Barnes And Noble

Muito, muito amor por essa livraria! É famosa por suas belíssimas edições exclusivas e é uma das maiores dos Estados Unidos. Tem bom preço, prazo razoável, acervo muito bom, mas o frete não é tão amigo.

Tem uma seção de Bargain (barganha), cheia de promoções de deixar qualquer um louco.

 

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Casa del Libro (para livros em espanhol)

Apesar de a Amazon ter também muitos livros em língua espanhola, não dá para comparar seu acervo com o da Casa del Libro, maior livraria da Espanha. Os preços são caros, especialmente pela conversão do euro para o real, e o frete também não ajuda muito. Mas fica a opção de uma loja segura para literatura espanhola.

Se o livro for muito famoso é provável que o encontre na Livraria Cultura com preço, algumas vezes, melhor (comparando valor+frete).

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Wook (para livros em português de portugal)

Já vi muita gente maluca por livros que ainda não foram lançados no Brasil, mas já estão disponíveis em Portugal. A Wook é a melhor opção para comprar livros portugueses, porém, assim como a Casa del Libro, tem preços bem altos, inclusive os dos ebooks. Por isso, também vale a pena ver o valor de importar pela Livraria Cultura.

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Opções no Brasil

A Amazon brasileira começou a vender livros em inglês recentemente por um preço bem atraente, mas o acervo ainda é bem pequeno. A Saraiva, o Submarino e a Americanas também tem alguns títulos, mas o melhor acervo é, sem dúvidas, da Livraria Cultura.

O que assusta muita gente na Cultura é o prazo, que chega a ser de 3 meses. Já fiz o teste com um livro português e ele chegou em 1 mês e 1 semana (cerca de 1 mês antes do previsto).

 

Frete e outras Considerações

Em todas as lojas o melhor é escolher o frete mais simples, pois o valor sobe consideravelmente para prazos mais curtos. Além do que, não compensa pagar mais, já que quando o pacote chega ao Brasil depende do “ritmo” nacional. Ou seja, frete expresso pode encurtar apenas o trajeto internacional.

Livros e revistas são isentos de imposto no Brasil, portanto não é preciso considerar taxa alguma.

É interessante que se faça simulações nas lojas, já que os valores vão depender do combo frete + preço do livro.

 

Tipos de Encadernação

Outra consideração importante é saber o que está comprando. Estamos acostumadas aos livros em brochura com orelha, o mais comum no Brasil, mas quando compramos fora devemos estar atentos ao tipo de encadernação. A brochura comum dos importados tem qualidade bem inferior aos nossos livros comuns, e isso pode pegar muita gente de surpresa.

  • Mass Paperback

É quase um livro descartável. Equivale ao nosso livro de bolso, mas geralmente tem páginas em papel jornal amareladas, diferente dos do Brasil, que normalmente vem com páginas brancas e bem finas.

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O livro de cor verde é um exemplo de Mass Paperback. Deixei um paperback embaixo para notarem a diferença no tamanho.

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Outro Mass Paperback em cima de um paperback para fazer a comparação

  • Paperback

É o tipo mais comum e seria o equivalente às nossas edições econômicas (não confundir edição econômica com livro de bolso). São edições em capa mole, sem orelhas, geralmente com papel de baixa qualidade que fica facilmente amarelado com o tempo. Na verdade, alguns paperbacks vem com um papel um pouco melhor, como os das nossas “brochuras”, mas essa informação não vem descrita nos sites – assim como quando compramos no Brasil e não sabemos se virá com página branca, com papel pólen e etc.

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Dois exemplares em paperback. Tem mesmo tamanho da nossa “brochura”

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Os livros não tem orelha, por isso as abas da capa são mais frágeis.

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Paperback com lateral das páginas já amarelando. Digo isso apenas para lembrar como eles são para que não haja decepção ao comprar. Nossas brochuras se mantém intactas por muito mais tempo.

 

  • Hardback

São livros em capa dura e equivalem ao nosso encadernado. São mais comuns na Europa do que nos Estados Unidos.

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Hardback – livro em capa dura

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Um exemplar em hardback e um nacional em capa dura (encadernado). Tem exatamente o mesmo tipo de encadernação.

 

  • Hardcover

É a menina dos olhos! É o formato ideal para quem coleciona livros ❤ É como o hardback, em capa dura, mas vem com uma jacket removível. Geralmente a arte do livro está impressa apenas na jacket e quando a retiramos temos uma capa dura simples, sem arte impressa, e o título na lombada, como livros “antigos”.

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Hardcover – capa dura + jacket

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O livro sem a jacket

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São edições sempre caprichadas, com fonte, margens e papéis bons.

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Geralmente o título vem impresso na lombada em algum tom metalizado.


É isso 😉 Espero ter ajudado. Se ficou alguma dúvida, deixe um comentário no post que tentarei ajudar.

Sorteio – Promoção Comentarista de Janeiro

Quer ganhar um Gift Card da Amazon.com? Fiquem atentos ao próximo post para ver como. Na promoção de Janeiro teremos um gift card para compra internacional e um livro nacional, dessa forma os leitores portugueses e os brasileiros que moram fora poderão participar. (Não lê em inglês? Não tem problema! Se for sorteado basta dizer que prefere o gift card nacional, ok?)

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