O Coronel Chabert, Honoré de Balzac

Autor: Honoré de Balzac

Lit. Francesa / novela

Editora: penguin-companhia

Páginas: 88

Ano: 2013

Ano de Publicação Original: 1832

[comprar]

 

O Coronel Chabert é uma história incrível, curtinha, que faz parte da Comédia Humana de Balzac. Temos como cenário a França do começo do século XIX, que vivia uma época de inconstâncias políticas, e como personagem principal um homem, dito herói de uma batalha, que, dado como morto, ressurge anos depois para retomar sua esposa – já casada com outro e com filhos, e sua identidade.

Balzac é um mestre da escrita e da descrição dos costumes de sua época. Sabe retratar com fineza, elegância e fidelidade o comportamento humano diante do poder e diante da miséria. Faz de uma simples e breve história, um deleite para que a lê. Leiam!

Comprar [aqui]

Compre aqui Amazon

 

 

Sinopse: Tido como morto durante uma importante batalha, ao voltar para casa depois de anos de errância e sofrimento, o coronel Chabert já não encontra lugar no mundo. Sua mulher, herdeira de toda a fortuna, casou-se de novo e teve dois filhos; sua casa foi demolida;
até a rua em que morava foi rebatizada. No cenário político francês, a desordem do começo do século XIX, quando o Império cedia lugar à Restauração, cria uma dissonância ainda maior entre o protagonista e seu tempo. Despossado de seus bens e de seu nome, o antigo herói das guerras napoleônicas pede ajuda ao advogado Darville para se lançar com todas as forças em uma última batalha, pela retomada de sua identidade
.

Habitar, Juhani Pallasmaa

Autor: Juhani Pallasmaa

Fenomenologia / Arquitetura

Editora: gustavo gili

Páginas: 128

Ano: 2017

[comprar]

 

Habitar nos traz cinco ensaios do arquiteto e crítico finlandês Juhani Pallasmaa, que nos faz refletir sobre o lugar que moramos, sobre as memórias que temos e fazemos, o que sentimos e como sentimos.⠀

Com uma abordagem fenomenológica, Pallasmaa critica a arquitetura vulgar, a arquitetura que busca simplesmente ser única e inovadora, mas que carece de calor, de aconchego, de humanidade e deixa de lado as experiências sensoriais do usuário.⠀

Fala também de arte e de literatura, das imagens poéticas e daquilo que está dentro da gente, na nossa constituição biocultural.⠀

É um livro que cutuca, que traz de volta os pés para o chão e o olhar para o que realmente importa. Excelente, não só para arquitetos (para arquitetos é fundamental, rs).

Comprar [aqui]Compre aqui Amazon

 

 

Sinopse: Este livro é uma compilação de cinco ensaios sobre a ideia de habitar do arquiteto e crítico finlandês Juhani Pallasmaa. Desde a abordagem fenomenológica que aparece no primeiro e mais longo artigo, “Identidade, intimidade e domicílio” (1994), até o significado da experiência do tempo na realidade empírica humana de “Habitar no tempo” (2015), o conjunto não somente trata das dimensões materiais, formais, geométricas e racionais da ideia de habitar como também investiga de maneira apaixonante as realidades mentais, subconscientes, míticas e poéticas da construção e da moradia.

O domo de Brunelleschi, Ross King

Autor: Ross King

Florença / História / Arquitetura

Editora: record

Páginas: 240

Ano: 2013

[comprar]

O Domo de Brunelleschi conta a história da construção da cúpula da catedral de Santa Maria del Fiore, em Florença, desde o lançamento do concurso para a proposta, em 1418, até pouco depois da cerimônia de consagração, em 1446.⠀

A leitura é bem simples e prazerosa, daquela que deixa o leitor querendo ler e saber mais sobre os assuntos relacionados, seja sobre o Renascimento, Brunelleschi, Florença ou sobre a construção de cúpulas.⠀

A genialidade de Filippo Brunelleschi realmente é de encher os olhos. Não só fez o que parecia impossível na época, como ninguém conseguiu fazer igual até hoje.⠀

Olhar para a Duomo, como é chamada, é de deixar qualquer um sem fôlego, sem acreditar que aquilo foi erguido há mais de 5 séculos e ainda continua a surpreender. Em 2010 estive na catedral e pude me deslumbrar com sua beleza, mas não encarei a subida [claustrofóbica] dos mais de 400 degraus [em espiral] até a cúpula [se olharem as fotos dessa escada irão me entender]. No entanto, hoje, depois de ter lido este livro, eu não perderia a oportunidade de subir.⠀

Para quem gosta de História, leitura mais que recomendada, e se estiver com viagem marcada para Florença, leitura obrigatória, rs.

Comprar [aqui]Compre aqui Amazon

Sinopse: Em uma época de arranha-céus gigantescos e estádios com cúpulas enormes, verdadeiros feitos arquitetônicos, a catedral de Santa Maria del Fiore, em Florença, conserva o raro poder de fascinar. Este livro conta a extraordinária história de como esta cúpula foi levantada e narra a trajetória de seu arquiteto, o brilhante Filippo Brunelleschi. Denunciado como louco quando começou o trabalho, viveu de forma ambiciosa e ingênua, colecionando rivalidades e intrigas — um drama humano em meio a pragas, guerras, feudos e outros elementos da Renascença florentina, uma era gloriosa e da qual o domo continua a ser o principal símbolo.

Filomena Firmeza, Patrick Modiano e Sempé

Autor: Patrick Modiano

Ilustrador: Jean-Jacques Sempé

Lit. Francesa / nobel / infantojuvenil

Editora: Cosac Naify

Páginas: 96

Ano: 2014

[comprar]

 

Quantas nuances tem esse pequeno grande livro? Quanto do amor entre pai e filha fica, ali, implícito no que Modiano não nos conta? Que lindeza de livro!

Patrick Modiano, vencedor do Nobel de Literatura de 2014, e Jean-Jacques Sempé, grande ilustrador francês, nos contam a história de Filomena, uma bailarina que, observando uma aula de ballet da filha, se lembra de sua própria infância em Paris, quando vivia sozinha com seu pai.

São memórias lindas, sensíveis, com aquela magia que só as boas lembranças da infância nos trazem. Filomena Firmeza tem um tom nostálgico, tem gostinho de infância, de inocência, de uma inocência cada dia mais rara. Tem gostinho de amor…

Modiano não nos conta tudo, deixa lacunas para serem preenchidas por nossa imaginação, por nossas verdades, por nossas versões. E assim, reforça ainda mais o laço de amor entre Filomena e seu pai, que o amava mesmo sem saber ao certo sua ocupação.

O que falar das ilustrações do cartunista Sempé? Quanta delicadeza, quanta sensibilidade… Não tem como separar o texto dos desenhos, foram feitos um para o outro. Tem um ar romântico, casa perfeitamente com a Paris de décadas atrás e deixa o leitor feito bobo. Perdi-me naqueles desenhos, dei vida e movimento a cada um deles em minha imaginação.

E posso confessar? Me senti uma criança quando terminei e quis recomeçar a leitura naquele mesmo instante. Sabe aquele “de novo!”? Pois é…

Comprar [aqui]Compre aqui Amazon

Esse livro:

Ricamente ilustrado *** Fala sobre a relação pai e filha *** Para ler em família *** Ótimo vocabulário

HdP - Selo Família

 

 

 

 

 

Sinopse: Este delicado livro de um dos mais importantes escritores franceses rememora uma bonita relação entre pai e filha, pelo traço único de Sempé. Filomena, já adulta, observa a filha na aula de balé, em Nova York, e se transporta para sua própria infância em Paris, quando morava com o pai, uma figura bastante peculiar, e se comunicava com a mãe (que já residia nos Estados Unidos) apenas por cartas. Com ele, brincava de subir ao mesmo tempo na balança para se pesar, fazia bagunça com o creme de barbear e caminhava até a escola de balé. Ali, Filomena tirava seus óculos e via um mundo sem nitidez – mas também sem aspereza. Um delicado relato sobre a importância do amor entre pais e filhos e um convite a revisitarmos a nossa própria infância.

A Elegância do Ouriço, Muriel Barbery

Autora: Muriel Barbery

Ficção Realística / Lit. Francesa /
1001 livros

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 352

Ano: 2008

[comprar]

A Elegância do Ouriço é um daqueles livros que eu só não desisti no começo porque muita gente me recomendou de “todo coração”. Que bom que continuei! Não que o começo seja ruim, mas é um pouco “indefinido”, digamos. Fiquei meio perdida, sem ter ideia do que me aguardava por muitas e muitas páginas.⠀

A escrita é muito boa, embora eu tenha sentido falta de alguma diferença de voz entre as duas personagens narradoras. É um livro que você vai lentamente se afeiçoando aos personagens – e se identificando muito, de certa forma, com eles. Chega uma hora em que queremos abraçá-los, simplesmente.

Quando temos uma história narrada em primeira pessoa por personagens que tem QI bem acima da média, é um tanto inevitável que o autor pareça pretensioso ou esnobe, mas Muriel Barbery se saiu muito bem. Aliás, me deu a impressão de ter lido muito de sua própria vida.⠀

Um lindo e triste livro, com uma bonita e delicada mensagem e um final arrebatador. Vale ser lido! 

Comprar [aqui]

* Está na lista dos “1001 livros para ler antes de morrer” (Clique aqui para ver mais sobre o Projeto 1001 livros e as resenhas já feitas da lista)

Sinopse: À primeira vista, não se nota grande movimento no número 7 da Rue de Grenelle: o endereço é chique, e os moradores são gente rica e tradicional. Para ingressar no prédio e poder conhecer seus personagens, com suas manias e segredos, será preciso infiltrar um agente ou uma agente ou por que não? duas agentes. É justamente o que faz Muriel Barbery em A “Elegância do Ouriço”, seu segundo romance. Para começar, dando voz a Renée, que parece ser a zeladora por excelência: baixota, ranzinza e sempre pronta a bater a porta na cara de alguém. Na verdade, uma observadora refinada, ora terna, ora ácida, e um personagem complexo, que apaga as pegadas para que ninguém adivinhe o que guarda na toca: um amor
extremado às letras e às artes, sem as nódoas de classe e de esnobismo que mancham o perfil dos seus muitos patrões

 

Crianças Dinamarquesas, Jessica J. Alexander e Iben D. Sandahl

 

Autoras: Jessica J. Alexander &
Iben D. Sandahl

Educação / Cultura / Parentalidade

Editora: Fontana 

Páginas: 144

Ano: 2017

[comprar]

 

Sou uma grande admiradora da arquitetura e do urbanismo dinamarquês, mas nunca tinha prestado atenção se seus habitantes eram ou não felizes. Crianças Dinamarquesas, mais do que nos ajudar a lidar com os conflitos dos filhos, vem nos mostrar um pouco do olhar leve e otimista daquele povo.

No famoso Crianças Francesas não fazem manha (resenha aqui) a autora nos traz um relato de sua experiência com a educação de sua filha, de situações que ela presenciou e de conversas que teve com educadores. Crianças Dinamarquesas é uma leitura mais rápida, menos “íntima”, bem mais impessoal. As autoras nos mostram como os dinamarqueses veem a vida e como isso influi na educação de seus filhos.

Na terra dos criadores do Lego, brincar é primordial. É brincando que se aprende a resolver problemas e a se adaptar às diversas situações que vão surgindo, de uma maneira leve e sem pressões. Alfabetização precoce é algo que eles rejeitam com firmeza, e as escolas tendem a respeitar o tempo de desenvolvimento de cada criança e a envolver em suas atividades crianças de diferentes idades e aptidões. Com isso, elas se acostumam a ajudar e respeitar umas às outras. É como se, ao contrário dos americanos, eles não tivessem a intenção de formar líderes, mas, sim, de formar equipes.

Eles são otimistas, mas são sinceros. Não enganam as crianças nem ignoram os problemas, ensinam a enfrentá-los sempre vendo o lado positivo da situação. Eles, assim como os franceses, não exageram nos elogios aos filhos. Eles elogiam o esforço, a dedicação, a estratégia, jamais a inteligência. Eles não rotulam, não dizem que fulana é preguiçosa, sicrano é ruim nisso, fulano é hiperativo.

Os dinamarqueses ensinam aos filhos a terem empatia, a serem resilientes e a ver tudo pelo lado positivo. Os pais mantêm a calma, são pacientes e não se estressam por qualquer bobagem. Encaram tudo com mais tranquilidade, não ligam para opinião dos outros e veem algumas atitudes desafiadoras dos filhos mais como uma fase passageira de descobertas do que como uma birra ou necessidade de disciplina.

Generalizando [generalizando mesmo], é como se os americanos quisessem criar líderes, os franceses crianças bem educadas e os dinamarqueses crianças felizes, preocupadas em ajudar umas às outras.

Se dá para ter uma mistura disso, não sei, mas que Crianças Dinamarquesas nos mostra um caminho mais leve, paciente e alegre a ser seguido, disso não tenho dúvidas. É uma leitura bem curtinha, tem seus clichês, mas é muito boa.

Comprar [aqui

Sinopse: Por mais de quarenta anos, a população da Dinamarca tem sido eleita a mais feliz do mundo pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD). Os dinamarqueses também foram considerados o povo mais feliz do mundo por todas as edições do Relatório Mundial da Felicidade, publicado pelas Nações Unidas. Qual seria, então, a fórmula desse sucesso? Depois de muita pesquisa, as autoras deste livro acreditam ter desvendado o segredo. E a resposta é bastante simples: toda essa felicidade vem da forma como os dinamarqueses são criados. A filosofia dinamarquesa de como educar os filhos gera resultados poderosos: crianças felizes, emocionalmente seguras e resilientes, que se tornam também adultos felizes, emocionalmente seguros e resilientes, e que reproduzem esse estilo de criação quando têm seus próprios filhos. Que tal, então, conhecer melhor esses costumes, atitudes e posturas? O método exige prática, paciência, força de vontade e autoconsciência, mas o resultado faz o esforço valer a pena. Não se esqueça de que esse será seu legado.

O Labirinto dos Espíritos (O Cemitério dos Livros Esquecidos #4), Carlos Ruiz Zafón

 

 

AUTOR: CARLOS RUIZ ZAFÓN
LITERATURA ESPANHOLA / mistério
EDITORA: planeta
PÁGINAS: 928
ANO: 2016

 

O Labirinto dos Espíritos é o quarto e último livro de O Cemitério dos Livros Esquecidos, uma das minhas séries favoritas. Os livros podem ser lidos fora de ordem, pois as histórias se sobrepõem e se complementam. Como o autor diz, é uma história com quatro portas de entrada diferentes, e isso é o mais mágico de tudo. Contudo, ainda prefiro a ordem de lançamento: A Sombra do Vento, O Jogo do Anjo, O Prisioneiro do Céu e O Labirinto dos Espíritos.

A Sombra do Vento tem seu foco em Daniel Sempere, O Jogo do Anjo em David Martín e Isabella Gispert e O Prisioneiro do Céu conecta os dois primeiros livros e nos dá um pouco mais de Fermín. Então, o que traz o quarto livro? Traz mais uma personagem forte, nos traz Alicia!

O enredo se desenvolve em torno do sequestro de Mauricio Valls, vilão já conhecido do leitor. Alicia e Vargas são contratados para ajudar a desvendar o caso, mas terminam descobrindo muito mais do que deveriam e arriscando suas vidas. Claro, os mistérios estão conectados com os livros anteriores.

É o mais policial dos quatro livros, especialmente a primeira metade – a que mais gostei. Como lhe é peculiar, Zafón recheia suas páginas com intrigas, desaparecimentos, assassinatos, drama, paixão e uma pitada de humor.

A sombria Barcelona de outrora continua a encantar, o cemitério continua mágico e inspirador e a livraria dos Sempere ainda nos deixa com aquele sorriso bobo no rosto.

O que dizer de Alicia? Essa personagem, uma referência a Alice no país das maravilhas, me encantou profundamente. Bem construída, cheia de camadas, dramática, complexa e, ao mesmo tempo, tão transparente. Vargas? Prefiro não entregar o jogo… (Zafónzito, quiero matarte!)

Assim como nos demais volumes, em O Labirinto a metaliteratura está sempre em cena. Zafón nos presenteia com uma literatura que referencia – e reverencia – grandes obras, mas de forma despretensiosa e sutil. É um livro de entretenimento de qualidade, bem escrito, muitíssimo bem construído e com personagens inesquecíveis. INESQUECÍVEIS! Como esquecer Daniel Sempere?! Impossível!

A história é toda redondinha, sem pontas soltas, mas tem algo que pode incomodar aos mais cricris. Ao longo das investigações, repete-se muito as mesmas informações, sempre com algum acréscimo, mas ainda assim são muitas repetições. Elas ajudam, na verdade, o leitor a não se perder em meio a tantas épocas e tantos fatos distintos. Fiquei o tempo todo pondo em ordem os acontecimentos, puxando da memória o que eu já sabia e rabiscando as novas peças do quebra-cabeças. Uma delícia!

É bom? Muito bom! Amei? Sem dúvidas! Porém senti falta de um algo a mais, talvez de um final mais apoteótico e mais surpreendente. Senti vontade de abraçar o livro em diversos momentos, mas, apesar de a história estar completíssima, queria mais. Queria que superasse A Sombra do Vento… e não supera. É o único defeito.

São quase mil páginas e eu leria outras tantas. Zafón consegue prender o leitor do começo ao fim, com um ritmo frenético e uma linguagem elegante e quase poética, com personagens que exalam amor pelos livros e faz derreter o coração daqueles que compartilham dessa paixão.

Assim como um dia encontrarei aquele guarda-roupa que leva a Nárnia e aquela plataforma que leva a Hogwarts… Cemitério dos livros esquecidos, me aguarde, um dia lhe encontrarei.  ❤

4.5 Estrelas 5 corações

Comprar (em Português):

Compre aqui Amazon

 

 

o-labirinto-dos-espiritos

resenha dos demais livros da série

A Sombra do Vento (aqui)

O Jogo do Anjo (aqui)

O Prisioneiro do céu (aqui)

Sinopse: Na Barcelona de fins dos anos de 1950, Daniel Sempere, já não é aquele menino que descobriu um livro que havia de lhe mudar a vida entre os corredores do Cemitério dos Livros Esquecidos. O mistério da morte da mãe, Isabella, abriu-lhe um abismo na alma, do qual a mulher Bea e o fiel amigo Fermín tentam salvá-lo. Quando Daniel acredita que está a um passo de resolver o enigma, uma conjura muito mais profunda e obscura do que jamais poderia imaginar planta a sua rede das entranhas do Regime. É quando aparece Alicia Gris, uma alma nascida das sombras da guerra, para os conduzir ao coração das trevas e revelar a história secreta da família… embora a um preço terrível. “O Labirinto dos Espíritos” é uma história electrizante de paixões, intrigas e aventuras. Através das suas páginas chegaremos ao grande final da saga iniciada com “A Sombra do Vento”, que alcança aqui toda a sua intensidade e tracejado, que por sua vez desenha uma grande homenagem ao mundo dos livros, à arte de narrar histórias e ao vínculo mágico entre a literatura e a vida.